terça-feira, fevereiro 07, 2006

As sereias e as caricaturas do profeta


As sereias e a comunicação social imparcial pertencem ao mesmo mundo. Pertencem ao mundo dos anjinhos dos super-heróis e das coisas belas que só são reais dentro dos filmes publicitários. Pertencem ao mundo das coisas que não existem e que no íntimo gostávamos que existissem.

Pode contar-se uma história com mais ou menos ficção e carregando mais ou menos na paleta de cores, mas as história que é contada é necessariamente diferente daquela que é vivida. È assim que a coisa funciona e não há volta a dar.

Quando um órgão de informação diz que é imparcial, mente.
Quando diz que não está ao serviço de nenhuma interesse mente de uma forma ainda mais descarada.
Não há nenhum órgão de informação que se limite a informar. Até os jornais de parede nas salas de aula servem para difundir modelos de comportamentos que se querem como ideias.

Tudo o que envolve a difusão massiva de mensagem envolve propaganda.

Enquanto empresas privadas, os órgãos de informação estão dependentes dos accionistas. Estão escravizados dos clientes para a publicidade. E têm objectivos de venda e de tiragens que lhes impões determinadas linhas editorais.

Enquanto agentes de difusão de informação os jornalistas estão subalternizados aos editores, aos directores e ao público consumidor.

Os consumidores dos produtos de entretenimento que se convencionou chamar informação estão condenados à passividade bovina.

A natureza de do próprio processo de fabrico de notícias impõe uma série de intermediários entre o actor directo e o consumidor de informação que fazem com que cada historia que seja contada venha já completamente dissecada, formalizada, cozinhada, digerida e servida muitas vezes sob a forma de dejecto informativo.
Do facto que eventualmente pode ser noticia, frequentemente só chega ao consumidor o cheiro alterado pelos processos da comunicação social.

Os jornais, as rádios, as televisões não se limitam a mostrar-nos o que acontece. Mostram-nos aquilo que querem mostrar, para poder controlar a nossa opinião sobre os factos.

Aquilo a que erradamente se chama informação é um agente patológico que inoculado sobre as massas tem a capacidade de as modificar na sua forma. Através da gestão da informação e dos modelos de difusão de informação é possível fazer os outros agir segundo determinados padrões. Não é novidade. A propaganda sempre existiu. Sempre existirá.

Se a técnica de impressão tem 500 anos, e os jornais existem há três séculos só há uns escassos oitenta anos se começou a falar em imparcialidade no discurso informativo.
A propaganda essa é transversal a todos os processos de comunicação.
A imparcialidade entre os órgãos de comunicação social está assim ao nível dos orgasmos entre as casadas, não é assunto de que se fale, todas assumem que os vivem, mas poucas são capazes de se recordar quando foi a ultima vez!!!!

O jornal ou a rádio imparcial foi uma invenção da propaganda politica do pós primeira guerra mundial. Aparece como reacção às censuras que caíram sobre os jornais do mundo durante esse primeiro conflito do século XX.

Entre os anos vinte e até à segunda guerra a comunicação social foi assunto de estudo dos políticos competentes e a propaganda surge com todo o seu esplendor nesses idos anos 30. Foi o tempo da invenção dos ministros da propaganda. Até aqui em portugal no nosso fascismozinho de pantufas, tivemos um ministério da propaganda ( com um ministro intelectual – António Ferro).

No mundo tripartido de entre as duas guerras, três linhas diferentes de propaganda, assumiam as diferenças estéticas e ideológicas e concorriam para atingir um mesmo fim: a mobilização das massas.
A propaganda nazi assumia um papel organizacional e de difusão tecnicista, com grandes meios dos estados ao serviço da difusão das mensagens.
O mundo socialista, assumiu a propaganda na linha da teorização leninista da necessidade de agitação e mobilização.
As democracias ocidentais inventaram a imparcialidade para fazer propaganda aos modelos ocidentais de democracias parlamentares. Inventou-se o mito da “imprensa livre “ que servia o “Mundo Livre”. Foi a invenção do “Free World”.
A roupa da imparcialidade que a comunicação social ocidental assumiu, serviu para fazer contra informação às máquinas de propaganda nazi e soviética que se preparavam para a segunda guerra.
Esta propaganda ocidental e os mitos da informação imparcial serviram para ajudar a ganhar a guerra.

Com o fim da segunda guerra e o esmagamento do nazismo, a guerra-fria marca um novo modelo de difusão de informação.
Do lado socialista mantém-se a propaganda institucionalizada e o controlo directo sobre os órgãos de informação. A referência é o jornal Pravda – “a verdade”.
Do outro lado capitalista a propaganda manteve a roupagem da imparcialidade para continuar a fazer a propaganda dos modelos económicos e políticos do regime capitalista ocidental. A referência é o New York Times.
Ambos jornais diários de difusão massiva, e ambos jornais de regime. Onde o Pravda assumo o carácter propagandístico da sua informação o New York Times define-se como imparcial.

No mundo ocidental, a propaganda passou a ser designada como informação.

Depois da segunda Grande Guerra, a Europa foi considerada pelos Estados Unidos da América o espaço certo para ser a referência propagandística do modelo do capitalismo.
Os teóricos da propaganda americana, através da recém formada Agencia Central de Inteligência (CIA) perceberam que a forma mais eficaz de propagandear o modelo americano de desenvolvimento liberal seria através de exemplos de sucesso económico.

O Plano Marshall permitiu aos países europeus do pós guerra não só recuperar as suas economias completamente arrasadas, mas serviu sobretudo como factor de propaganda para exibir aos povos do mundo socialista. “Vejam como o capitalismo parlamentar promove o desenvolvimento” – foi esta a mensagem que a propaganda dos estados unidos difundiu.

Os anos 50 e 60 forma anos de bonança para a Europa, porque a propaganda americana quis mostrar aos russos, os níveis de prosperidade e consumo possíveis de atingir vivendo num sistema economicamente liberal e politicamente parlamentarista.

A mensagem foi tão bem difundida que ainda hoje, neste mundo parlamentarista liberal em convulsões e agonia, há muito boa gente (e digo boa gente sem ironia nenhuma – gente boa e bem formada) que continua a acreditar que a melhor forma de gerir uma sociedade é através de um sistema economicamente liberal e politicamente democrático.

A difusão desta ideia de desenvolvimento é a confirmação do profissionalismo e da eficácia da propaganda americana.


Ao desmoronar do socialismo na União Soviética não foi alheio o papel da propaganda ocidental capitalista que conseguiu passar a sua mensagem de uma forma contínua mesmo para lá da “cortina de ferro”.
A propaganda norte-americana, conseguiu mesmo dentro da Rússia ainda socialista, mobilizar milhares de pessoas. À mínima oportunidade saíram para a rua prontos para reverter os processos históricos iniciados por Lenine com vista à integração num modelo económico capitalista. Saíram para a rua porque estavam convictos que o desenvolvimento surgiria de um sistema político completamente diferente daquele que conheciam.
A ideia do desenvolvimento baseada na democracia parlamentar e no liberalismo económico era a alternativa defendida por aqueles milhares de pessoas que se manifestaram contra o Mikhail Gorbatchov.

Com a queda do muro e o fim da guerra-fria, a propaganda dos valores ditos ocidentais desenvolvida pelos norte-americanos continuou a ser necessária.
O objectivo agora não é mais esmagar uma ideologia que preconiza um modelo de desenvolvimento económico e social diferente.
Hoje a propaganda norte americana faz falta para salvar o próprio sistema económico que está à beira do colapso interno.

O sangue que corre nas veias e artérias da economia norte americana é o petróleo. Os combustíveis fósseis em geral e o petróleo em particular são o oxigénio dos motores que literalmente mantêm o mundo a rodar.
Desde que se tomou conhecimento que o petróleo é um recurso finito, a pressão sobre os produtores de petróleo, não tem parado de crescer.
A propaganda ocidental tem tido um papel importantíssimo nesta pressão exercida sobre os países produtores de petróleo.
Acontece que a maior parte do petróleo do mundo esta enterrado nas areias dos desertos que pertencem a povos islamizados. O islão enquanto religião preconizam uma forma de desenvolvimento diferente do capitalismo americano. Mais uma vez é a dieferença de modelos que se torna insuportavel aos americanos
A propaganda norte americana na ultima década e meia tem-se esforçado para mostrar ao mundo que os povos islamizados não são dignos de viveram segundo os modelos e as leis que escolherem para eles.
A propaganda norte americana tem usado todos os meios legítimos e ilegítimos para provocar, achincalhar, desprezar e humilhar os homens e as mulheres que constituem o Islão.

Tal como na durante a guerra-fria, hoje a propaganda norte americana continua a controlar os órgãos de informação da Europa.
Os estados unidos e Israel têm tido uma política vergonhosa no médio oriente e com as comunidades árabes espalhadas pelo mundo.
A comunicação social europeia esconde a cabeça na areia e sempre que fala no médio oriente fala em fundamentalismo.
Quando uma parte da comunicação social europeia tenta fazer humor com assuntos que sabem que vão acender fogueiras e incendiar rastilhos, quem são os responsáveis por essa acção de propaganda?

Pode ser que se f XXXX odam --. (XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXauto censurado por sugestão do Zé da PenalvaXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX)
Eles bem merecem.
Alla Ackba.

12 Comments:

Anonymous Anónimo said...

artigo bastante interessante...

mas n gostei dessa auto censura!!!:P


Sf

15:06  
Anonymous Anónimo said...

esta bosta publicou-se antes de eu ter acabado....:S

anyway...

tens razão no que toca ao achincalhamento constante das sociedades islamicas....
islao n e' igual a fundamentalismo nem a terrorismo....

mas as coisas não são assim t~~ao a preto e branco.....

se eu ou tu somos os primeiros a ser contra os padres e respectiva igreja catolica e mandamos os gajos a' merda pela mania que tem de querer mandar nisto tudo (por exemplo qd foi publicada aquela caricatura do papa com a camisa na penca) tb me tou cagando para os gajos ficarem escandalizados com caricaturas do maomet.....

conclusao...nem tanto ao mar nem tanto a' terra....

ou melhor por mim fundamentalistas religiosos ou americanos fundamentalistas do g.w.bronco (que acaba por ser o mm) podem se foder todos.....

e ca' a mim ninguem me convence que a CIA e a alqaeda n trabalham bem juntinhos...


tipo abu nidal e mossad....


Sf

15:13  
Blogger Oluap said...

Ó Ricky, des-censura lá a última parte! Sê imparcial :D:D

Todos têm direito de fazer caricaturas sobre o que quiserem.
No entanto, para certas pessoas, caricaturas sobre a sua religião são tão ofensivas como queimar umas bandeiras e partir uns vidros dumas embaixadas para outros.

Se os jornais ocidentais e os jornais árabes não estivessem a servir os seus mestres e não quisessem vender mais, as caricaturas teriam sido publicadas e ninguém se teria chateado. Mas é claro que quando há molho, há notícia... terminando a ver(dia)rreia mental, viva os Merdia!

15:26  
Blogger pinhacolada said...

Será isto uma conspiração da direita neo-conservadora para criar tensões e acender o rastilho do chamado choque das civilizações ocidente/oriente, previamente preparada pelos EUA(sabendo-se das delicadas questões que envolvem o Islamismo na Europa), usando a dicotomia liberdade de expressão/Islão para nos conduzir a um futuro conflito armado e assim colocar o problema longe dos EUA e dentro da Europa? Talvez.
E os Imãs loucos, que fanatizaram milhões de pessoas e mandam as mulheres ter pelo menos 5 filhos para serem cada vez mais, não têm também interesse nisto?
Então, se assim é, trabalham para o mesmo fim. Cada qual com as armas manipuladoras de que dispõe.
Que bosta de mundo!!

15:50  
Anonymous Anónimo said...

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16:49  
Blogger miss caipira said...

Grave mesmo grave é "passear " pela blogosesfera e perceber que já se fala de "Nós" versus "eles".
Quer me parecer que o mundo ocidental, do alto da sua sapiência, vai voltar a doutrinar o inculto terceiro mundo.
Mais uma caça ás bruxas.

19:08  
Anonymous Anónimo said...

O tipo acusado de violação é frequentemente abonado se a vítima tiver sido provocatica, mini saia e tal... o que me parece absurdo. O facto de vigorar a pena de morte para quem coma cardos não diminui o chocante da morte infligida.
Ora bem...
Foi pela visita do Arcanjo Gabriel que Maomé se consolidou na sua via de Pai do Islão, facto assumido para o Islão, foi a sua primeira Revelação. O mesmo Gabriel da Anunciação à Virgem da sua maternidade “Salvé Maria cheia de Graça, o Senhor está contigo”... de facto, o Corão, no seu modo enfático, dá a ideia de proibir a representação ou concretização, cristalização, do Profeta. Tal como na Bíblia canónica do catolicismo romano se não representa Deus pela personificação, apenas por representações imagéticas simbólicas (uma nuvem, uma sarça ardente, etc) ou tal como em qualquer Religião, não importa qual.
E porém, Maomé foi um homem, com mulher e filhos, destaco Fátima, a quem Moisés de Espírito Santo ( que nome...) dedicou um estudo de sociologia das Religiões demonstrando devoção no Portugal antes de Portugal ali pela zona dos pastorinhos (“Fátima e os mouros fatimidas”, qualquer coisa assim). Concerteza que teve cara para desenhar e caricaturizar.
Dos tipos mais conhecedores do Islão que há, penso que os Sufis estarão no topo, são uma espécie de mística/ esoterismo do Islão ( as faculdades de teologia islâmicas “tradicionais”/ exotéricas, são uma vergonha, limitam-se a decorar os versos) de facto profundos e dedicados ao Islamismo. Eis o que dizem do Mohamed: “Além de mestre supremo dos sufis, Maomé é admirado também por ter conseguido harmonizar as qualidades espirituais com uma extraordinária capacidade social e política, no sentido mais elevado dos termos, já que ele foi um dos maiores estadistas que a história conheceu “.
Esta berraria toda nada nada tem a dever à religião Islão. Nada tem a dever à ignorância inter cultural ou a ideias de supremacia do Sr Manel quanto ao Sr Halibuth. E nada tem a dever à sofistificação da técnica da propaganda ( a técnica em si serve a qualquer lado... serão sempre os “maus” a dominarem a arte?).
É minha convicção que a interpretação actual do Islão, a interpretação que dita leis de Estado, é defeituosa e, enquanto defeituosa, dará frutos aberrantes (como os são conhecidos e não poucos), o mais pernicioso destes frutos é serem os islâmicos tais cães de fila prontos a atacar à voz . Isto é inequívoco. O facto de serem, ou não, instrumentalizados por outros bruxos mais a ocidente, em nada diminui a bestialidade da coisa.

Obrigado,
Rogério N.F.

21:45  
Blogger blimunda said...

Tens razão em muito daquilo que escreves mas não acho que a solução esteja em ler somente o Pravda, o Avante e o Granma. O preferível é ler mesmo tudo aquilo que nos aparece à frente. Estar informados e ouvir o máximo de versões dos factos. Depois a verdade nascerá na cabeça de cada um. Pelo menos é assim que eu vejo as coisas. O ideal para mim será isto. Odeio a evangelização tal como a pseudo imparcialidade.

22:58  
Blogger CM said...

Eu concordo em absoluto com a Blimunda - o mundo hoje está tão envenenado, que só capacidades de dedução ao nível das de um Sherlock, te podem dar uma versão aproximada da realidade...
Quanto à polémica das caricaturas: não estou de acordo, nem com a atitude dos Dinamarqueses, claramente racista e xenófoba, como não estou de acordo com a atitude dos muçulmanos - protestar é uma coisa, dizer "estejam caladinhos, senão levam no focinho" já é controlo a mais.De qualquer das formas, considero que gozar com a religião seja de quem fôr é uma coisa chata, mas não deveria ser razão para tanto alarido. Quantas anedoctas existem sobre Jesus???Quantos cartoons foram feitos sobre esse profeta???Quando o António fez o cartoon do Cavaco vestido como a Virgem Maria alguém andou a deitar fogo a alguma coisa??Eu vi os cartoons e, sinceramente, todo este exagero me ultrapassa...

16:06  
Anonymous Anónimo said...

vê as coisas pelo lado positivo, querido, se não fossem os mal intencionados jornalistas, não havia tantos tipos a "especializarem-se" em propaganda!...
H.

22:39  
Anonymous Anónimo said...

não quero saber nada disto! eu quero mesmo é jantar no sábado!!!!
Adorable

22:40  
Blogger Seixalinho said...

a dada altura diz:
-Ao desmoronar do socialismo na União Soviética não foi alheio o papel da propaganda ocidental capitalista que conseguiu passar a sua mensagem de uma forma contínua mesmo para lá da “cortina de ferro”.
Abra os olhos amigo e siga o conselho da sua amiga Blimunda das 22:58.
Quem pretender ver esta questão só com um olho arrisca-se a não ser deste mundo e a não aprender nada com o desenrrolar da vida.
A queda do regime não terá tido também, meu amigom, a vber com o facto de se ter criado uma elite que tudo tinha e dominava, prendia quem discordava etc.
Que só informava a população com mentiras sobre o desemvolvimento do país quando o que se sabia que o mais básico para o bem estar era praticamente inexistente e o regime vivia de propaganda.
Meu amigo em relação a Cuba passa-se igualmente o mesmo, deixe morrer Fidel e irá acontecer expontâneamente a mudança que os americanos tentam e nem sequer conseguem.

Seixalinho

12:08  

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Flatulências a partir de 28/01/2006